Yankee Baleeiros: O Legado Partilhado de Baleeiros Lusófonos e Americanos

Data de Publicação: 2015

Yankee Baleeiros celebra as histórias Luso-Americanas das comunidades Açoriana, Cabo-Verdiana e Brasileira ligadas aos Estados Unidos, desde a imigração precoce no Século XVIII até à segunda metade do Século XX.

Yankee Baleeiros realça e reformula o significado de se tornar Americano em meados da construção social de políticas raciais injustas, à força da identidade comunitária e da importância da inovação cultural.

Os dados do Recenseamento dos Estados Unidos sugerem que 3 milhões de pessoas nos EUA se auto-identificam com ascendência Portuguesa, Cabo-Verdiana ou Brasileira. Essas culturas distintas estão ligadas historicamente por meio do património da linguagem e da busca pela oportunidade oferecida pela rede internacional de caça às baleia  Americana, com o Porto de New Bedford como a principal porta de entrada para o sonho Americano.

O  Grande Corredor  Providence, R.I.-Fall River-New Bedford é o lar da maior comunidade Luso-Americana dos Estados Unidos. Uma das maiores populações Brasileiras nos Estados Unidos vive na região de Boston. Grandes comunidades lusófonas (de língua Portuguesa) prosperam no Nordeste, Califórnia, Flórida e Nova Jersey.

Foi nas viagens de baleação durante os anos 1800 que os marinheiros Açorianos e Cabo-Verdianos interagiram pela primeira vez e com frequência juntaram-se aos baleeiros Americanos de New Bedford. Do outro lado do Atlântico, o Brasil também se tornou uma influente ligação lusófona através da indústria de caça comercial.

Yankee Baleeiros explica como a migração lusófona (de língua Portuguesa) é parte integrante da história Americana. Veja como as culturas e as comunidades distintas que partilham línguas semelhantes são ligadas pelo comércio marítimo assim como pelas motivações semelhantes de vir para os Estados Unidos.